Eu não sei dizer quem sou eu...
A volta que essa bola gigante dá...
Ah! E o doce gosto de rever...
De lutar por aquilo que se tem...
Esquecer que a alegria é ruim...
E trazer a dor para si...
Compartilhar o que já é esclarecido...
Se separar do que é bom...
Se orgulhar de fazer o que não é do seu feito...
Fazer do seu riso um grande defeito.
Defender aquela porta que se fecha...
E se esquivar de bons carinhos...
Obter resultados de onde nem espera...
E revelar oq ue não está escondido...
Gritar e não ser ouvida...
Revelar para poder se defender...
Dúvida, medo, angústia...
lamentação por decisões "erradas"...
01h45 da madrugada de 12 de novembro...
ainda não esqueci, não consegui evitar, me decidir...
ela vai, volta, mas sei q um dia vai e nunca mais voltará...
E que permaneça longe... inoperante em meu coração...
Não há simplicidade...
Não há facilidade quando deixamos mais que o coração...
O cérebro dominar a razão e emoção...
E meu corpo fazer do frio, um calor intenso.
Oh maluquisse q invento, desvaneio q me faz feliz.
A todos os dramas um silêncio absoluto, um grito que jamais se calará.
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