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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Leu, tu vais vencer!

Dele (Alberto de Cerqueira Tancredo), para mim.




Se a vida te traz anseios, 
Mas a ansiedade faz morada em ti,
Pra tudo há um momento certo de chegar,
Não podes desistir.
Na vida não há nada fácil
E tudo depende de como lidar.
Em meio às fraquezas, lutes pra vencer!
Então verás que é assim,
Não podes hesitar.
Precisas sempre lutar e acreditar.
Tu és bem mais do que tem sido,
Por isso eu digo: vais vencer!


Não vale a pena desistir, pois luta há em qualquer lugar.
Há, sim. Eu acredito em ti e quero te ajudar,
Pois sei que podes vencer!


Vencer, vencer... 
Leu, tu vais vencer!





Ironia minha

Ar, sarcástico
Riso, básico ou exagerado,
Aquilo que nem vc sonha,
eu digo, eu solto

Arisco pq isso é meu
está em mim.

Comprei um pacote completo,
estou grata. E fim.

Nua, só
No rosto o choque
Nos braços o movimento das palavras

E no final,
Talvez a culpa,
o arrependimento.
E nas mais prováveis vezes....

... o alívio.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Quem sou?

Eu não sei dizer quem sou eu...
A  volta que essa bola gigante dá...
Ah! E o doce gosto de rever...
De lutar por aquilo que se tem...
Esquecer que a alegria é ruim...
E trazer a dor para si...
Compartilhar o que já é esclarecido...
Se separar do que é bom...
Se orgulhar de fazer o que não é do seu feito...
Fazer do seu riso um grande defeito.

Defender aquela porta que se fecha...
E se esquivar de bons carinhos...
Obter resultados de onde nem espera...
E revelar oq ue não está escondido...
Gritar e não ser ouvida...

Revelar para poder se defender...

Dúvida, medo, angústia...
lamentação por decisões "erradas"...

01h45 da madrugada de 12 de novembro...
ainda não esqueci, não consegui evitar, me decidir...
ela vai, volta, mas sei q um dia vai e nunca mais voltará...
E que permaneça longe... inoperante em meu coração...

Não há simplicidade...
Não há facilidade quando deixamos mais que o coração...
O cérebro dominar a razão e emoção...

E meu corpo fazer do frio, um calor intenso.
Oh maluquisse q invento, desvaneio q me faz feliz.
A todos os dramas um silêncio absoluto, um grito que jamais se calará.

Astolfo

Confesso que sei pouco de você.

Espero que eu não saiba mais nada

Longe de mim pronunciar seu nome

Cidade das confecções

Imperador contra papado, explorador de impostos

Pessoa intrigante que não faz jus a seu nome no passado

Acolheste apenas uma palavra que te traz um riso

Mas ser você, aquele que impera contra os maus e és também maléfico?

Ou aquele fiel animal que não sabe sentir outro cheiro se não o do seu dono?

Nem ao certo sei, nem tão pouco tu sabes

É mais confuso pra tu, é mais risonho pra mim

É compreensível a ação,

E compreenderás a minha?

Imperador, cidade, animal ou um amor

A incógnita da história, o X que pertece a uma diferente disciplina.

Sem Luz

Na frente,
nada ofusca os olhos sem brilho, sem clarão
Negro quarto, negra sombra perto,
Limitando as fontes e buscando as garras

Sofrer no escuro é para os que amam a luz
A luz não é vida para os sombrios que navegam no negro

Não é só apagada a luz de quem caminha nas trevas
Debaixo do sol, em frente a maior estrela
Há viventes que são sem luz, sem brilho
É clara negra

Por que a escuridão é mais
Ela caminha juntamente com o "eu"
Incompetente busca no interior
E esconde, e não fala o que se passa

Medo é companheiro da treva,
Mas pode trair a escuridão
Uma pequena linha é um risco
Treva, sem luz

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Olhos mórbidos

Assim como a dor,
Todo medo e euforia,
Passa ...
A tempestade vem, desagua para dar lugar ao sol,
Lindo, brilhante, penetrável na pele como a dor.



Substituto,
Me perdi para me salvar,
e quem vai compreender?
nem eu, nem tu...
Quem vai? quem vai?

Uma noite, muito longa
faltou ser perfeita,
e mórbido olhos.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Engano

Coração perfurado, sem noção do que fazer. Escolhi,

Opção que não tem volta. Tempo que não esgota e fica e fica e fica ...
Em meio a traição, os olhos vêm o coração.
Grita, o socorro não chega, e o mal se espalha.

Tempo, tempo ...esgotado de esperar ele grita, mas não é ouvido.
Um mudo grito, uma voz calada.
Palavras sem som, som incumbido no profundo que a mente cala.
Sem resultados,
Com objetivos,
Sem e com Medo,

A dor é inevitável, o descaso é envolvente.
Um fruto que não nasce, uma erva que cresce.
E o toque se vai ...
E resta o vazio, e continua a esvaziar ..
E permanece a decisão ... que te cala, que te deixa muda.
É onde me disfarço, e nunca me encontro.

O abrigo passa a ser do outro.
O calor vira inverno, e o frio é o inferno.
Busco, reflita, vejo, me confunde a cada segundo.

Sinto-me, mas não vivo.
Vive e me prende, curo e sobe corpo a brotar.